(clique na imagem para a aumentar)
terça-feira, 13 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
XVI FESTEA * LVDI AVGVSTANI
Relembramos as datas dos próximos espectáculos a realizar no âmbito da 1ª parte (Festival Escolar) do XVI Festival de Teatro de Tema Clássico:
* 6 de Maio de 2014, 3ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro:
* 6 de Maio de 2014, 3ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro:
11h00 - Colóquio sobre a temática da peça Andrómaca, de Eurípides.
21h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides (Estreia).
* 15 de Maio de 2014, 5ª feira, Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas :
* 15 de Maio de 2014, 5ª feira, Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas :
11h00 – Workshop de Mitologia Greco-Romana (sujeito a inscrição prévia)
15h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
* 17 de Maio de 2014, Sábado, Coimbra, Museu da Ciência, 21h30 Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
*** Ludi conimbrigenses ***
* 21 de Maio de 2014, 4ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro :
* 17 de Maio de 2014, Sábado, Coimbra, Museu da Ciência, 21h30 Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
*** Ludi conimbrigenses ***
* 21 de Maio de 2014, 4ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro :
10h00 – Associación Ludere et Discere (Sagunto), Ateliers de Cultura Clássica (sujeito a inscrição prévia).
15h30 – Noite Bohemia (Coruña), Anfitrião, de Plauto.
* 22 de Maio de 2014, 5ª feira, Ruínas de Conímbriga :
* 22 de Maio de 2014, 5ª feira, Ruínas de Conímbriga :
10h00 – Associación Ludere et Discere (Sagunto), Ateliers de Cultura Clássica (sujeito a inscrição prévia)
15h30 – Noite Bohemia (Coruña), Anfitrião, de Plauto.
*** Colaboração na mostra de teatro universitário ***
* 11 de Junho de 2014, 4ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 21h30 - Grupo Skaenika Teatro de Granada, Queda Medea, ensaio cénico sobre Séneca e Ovídio.
* 13 de Junho de 2014, 6ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 21h30 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
*** Colaboração na mostra de teatro universitário ***
* 11 de Junho de 2014, 4ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 21h30 - Grupo Skaenika Teatro de Granada, Queda Medea, ensaio cénico sobre Séneca e Ovídio.
* 13 de Junho de 2014, 6ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 21h30 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
terça-feira, 29 de abril de 2014
ante-estreia A N D R Ó M A C A
A Associação Cultural Thíasos tem o prazer de convidar todos os amantes do teatro e da cultura clássica a assistir à ante-estreia da sua mais recente produção teatral.
Andrómaca, de Eurípides, é uma tragédia que tem como foco Andrómaca, mulher de Heitor, agora escrava de Peleu e do filho de Aquiles. Um texto eivado de dor, de raiva e de perda que não deixará ninguém indiferente!
29 de Abril 2014 | 21:30 h | Teatro Paulo Quintela (FLUC).
Encenação de João Baptista de Sousa.
Entrada Gratuita.
Andrómaca, de Eurípides, é uma tragédia que tem como foco Andrómaca, mulher de Heitor, agora escrava de Peleu e do filho de Aquiles. Um texto eivado de dor, de raiva e de perda que não deixará ninguém indiferente!
29 de Abril 2014 | 21:30 h | Teatro Paulo Quintela (FLUC).
Encenação de João Baptista de Sousa.
Entrada Gratuita.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Sophia no Colégio Bissaya Barreto em Bencanta
Ontem o Thíasos esteve em Bencanta, no Colégio Bissaya Barreto, a participar na Semana das Línguas e Ciências Sociais de 2014.
Recitámos Sophia de Mello Breyner Andresen para os meninos do 5º e do 6º ano. Foi uma tarde muito bem passada e em muito boa companhia.
O jardim está brilhante e florido,
Sobre as ervas, entre as folhagens,
O vento passa, sonhador e distrído,
Peregrino de mil romagens.
É Maio ácido e multicolor,
Devorado pelo próprio ardor,
Que nesta clara tarde de cristal
Avança pelos caminhos
Até os fantásticos desalinhos
Do meu bem e do meu mal.
E no seu bailado levada
Pelo jardim deliro e divago,
Ora espreitando debruçada
Os jardins do fundo do lago,
Ora perdendo o meu olhar
Na indizível verdura
Das folhas novas e tenras
Onde eu queria saciar
A minha longa sede de frescura.
Os jardins do fundo do lago,
Ora perdendo o meu olhar
Na indizível verdura
Das folhas novas e tenras
Onde eu queria saciar
A minha longa sede de frescura.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
LVDI AVGVSTANI | XVI FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE TEMA CLÁSSICO 2014
1ª parte | festival escolar
* 29 de Abril de 2014, 3ª feira, Coimbra (FLUC), Teatro Paulo Quintela, 21h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides (Antestreia).
* 6 de Maio de 2014, 3ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro, 21h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides (Estreia).
* 15 de Maio de 2014, 5ª feira, Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas, 11h00 – Workshop de Mitologia Greco-Romana | 15h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
*** Ludi Conimbrigenses ***
* 21 de Maio de 2014, 4ª feira, Coimbra, Museu Nacional Machado de Castro, 10h00 – Associación Ludere et Discere (Sagunto), Ateliers de Cultura Clássica (sujeito a inscrição prévia) | 15h30 – Noite Bohemia (Coruña), Anfitrião, de Plauto.
* 22 de Maio de 2014, 5ª feira, Ruínas de Conímbriga, 10h00 – Associación Ludere et Discere (Sagunto), Ateliers de Cultura Clássica (sujeito a inscrição prévia) | 15h30 – Noite Bohemia (Coruña), Anfitrião, de Plauto.
*** Colaboração na Mostra de Teatro Universitário ***
* 10 de Junho de 2014, 3ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 19h00 - Grupo Thíasos do IEC, Andrómaca, de Eurípides.
* 11 de Junho de 2014, 4ª feira, Mostra de Teatro Universitário, Teatro Académico de Gil Vicente, 21h30 - Grupo Skaenika Teatro de Granada, Queda Medea, ensaio cénico sobre Séneca e Ovídio.
sábado, 12 de abril de 2014
Recital de Poesia - O Rio Mondego - 11 de Abril 2014
Ontem, Mondego rimou com aconchego e com sossego!
Ontem, Mondego rimou também com saudade e com amores desmedidos...
A Associação Cultural Thíasos realizou ontem um recital de poesia sobre o Mondego, na margem esquerda desse rio.
Recitámos Luís de Camões, Miguel Torga, António Botto, Firmino Mendes, José Ribeiro Ferreira, Antero de Quental, Sebastião da Gama, António Arnaut e António Nobre.
Ontem, Mondego rimou também com saudade e com amores desmedidos...
A Associação Cultural Thíasos realizou ontem um recital de poesia sobre o Mondego, na margem esquerda desse rio.
Recitámos Luís de Camões, Miguel Torga, António Botto, Firmino Mendes, José Ribeiro Ferreira, Antero de Quental, Sebastião da Gama, António Arnaut e António Nobre.
Santa Clara
No reflexo das águas calmas do Mondego
Brilham-te os olhos, ao rever Coimbra.
Escolheu-te a rainha que foi santa
E de ti quis abarcar, solícita, a cidade
Em amplo envolver de braços e de olhar.
Os choupos reverentes,
Inclinam-se em vénia à tua fidalguia.
Convento Velho, onde te escondes
Que não respondes,
Do teu passado de silêncio e quietude?
Só da igreja a altanaria
Acena e clama que foras e falaras,
Se a cidade te amar e te quiser.
Há quantas centúrias dormes,
Convento Velho:
Abraço intenso as águas te doaram.
Apenas e só o amor da cidade te liberta e faz
Surgir, aos poucos, do tempo e do passado
O silêncio também desceu a S. Francisco.
Nem um som das janelas e fachadas...
E de claustro monástico não é recolhimento.
Que futuro te espera, quedo ali defronte?
Abandono, esquecimento?
Ou a vida e a alegria de Centro de Cultura?
Em Santa Clara em sossego Inês se veio pôr
E na quinta o nome deixou de lágrimas:
A terna saudade do amado
Que por longe andava.
O mito que tudo faz, dispõe.
e põe nas entrelinhas.
No reflexo das águas calmas do Mondego
Brilham-te os olhos, ao rever Coimbra.
Escolheu-te a rainha que foi santa
E de ti quis abarcar, solícita, a cidade
Em amplo envolver de braços e de olhar.
Os choupos reverentes,
Inclinam-se em vénia à tua fidalguia.
Convento Velho, onde te escondes
Que não respondes,
Do teu passado de silêncio e quietude?
Só da igreja a altanaria
Acena e clama que foras e falaras,
Se a cidade te amar e te quiser.
Há quantas centúrias dormes,
Convento Velho:
Abraço intenso as águas te doaram.
Apenas e só o amor da cidade te liberta e faz
Surgir, aos poucos, do tempo e do passado
O silêncio também desceu a S. Francisco.
Nem um som das janelas e fachadas...
E de claustro monástico não é recolhimento.
Que futuro te espera, quedo ali defronte?
Abandono, esquecimento?
Ou a vida e a alegria de Centro de Cultura?
Em Santa Clara em sossego Inês se veio pôr
E na quinta o nome deixou de lágrimas:
A terna saudade do amado
Que por longe andava.
O mito que tudo faz, dispõe.
e põe nas entrelinhas.
José Ribeiro Ferreira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








